A mineração Bitcoin era anteriormente considerada uma ameaça ao meio ambiente devido aos recursos necessários para sua extração. Afirmações como "uma única transação poderia fornecer energia para abastecer dez casas por sete dias" e "consome energia suficiente para abastecer a França e a Rússia" eram comuns.
No entanto, essas afirmações são falsas e, na maioria das vezes, tiradas de contexto. Os métodos alternativos apresentados incluíam a reciclagem do calor das máquinas e a utilização de locais relativamente mais frios para a mineração. Novas pesquisas revelaram que quase oitenta por cento (80%) da atividade de mineração requer e utiliza fontes de energia renováveis.
O Instituto da Obsolescência Humana utilizava seres humanos para obter energia através de geradores termoelétricos. O gerador termoelétrico é um conversor que transforma o fluxo de calor diretamente em energia elétrica. Os métodos da organização não eram realmente eficazes e, em média, coletavam apenas um por cento (1%) do calor corporal produzido. Existe outra maneira de realizar algo semelhante e obter um resultado mais eficaz, mas esse método pode não conseguir muitos voluntários. O método alternativo provou ser cem por cento (100%) eficaz e exigiria a participação de mais de trezentas e vinte (320) pessoas.
O estudo anterior pode ter sido conduzido de maneira diferente para obter um resultado diferente. O estudo inicial utilizou pessoas que não realizavam trabalho manual. Mas, se fossem solicitadas a realizar trabalho manual, suas temperaturas corporais aumentariam, resultando em uma produção mais eficiente. Independentemente do que fizermos, a energia humana não é a solução, portanto, precisaremos tornar as soluções atuais mais eficientes.
Calor necessário para minerar bitcoin 