Em janeiro, o Banco Central do Irã divulgou seu protótipo para a legalização das criptomoedas. Desde então, tem solicitado críticas e sugestões construtivas. Muitos acreditam que a legalização das criptomoedas no Irã é um passo importante para uma economia mais forte, mas alguns membros da comunidade cripto acreditam que o protótipo atual pode limitar a rápida adoção e o sucesso do mercado de criptomoedas.
A estrutura regulatória apresenta diversos aspectos limitantes, como a proibição do uso de criptomoedas globais em pagamentos cotidianos. Ela exige que as corretoras possuam licenças para operar e afirma que o descumprimento dessas regras equivale à prática de um crime.
Para tornar a estrutura mais amigável aos negócios, a comunidade cripto propôs algumas mudanças. A comunidade propôs cinquenta e uma alterações na estrutura protótipo de treze páginas. Como os resultados não podem ser previstos, a comunidade exige que a descentralização seja aprovada por um sistema que preza pela centralização.
Em 2018, surgiram alguns problemas entre o Irã e os EUA. Essa situação levou o governo iraniano, por meio do banco central, a proibir todas as criptomoedas e atividades relacionadas a elas no país. A tensão entre o Irã e os EUA continuou a piorar, e muitos operadores de criptomoedas foram presos por negociarem no Irã. Esses operadores foram condenados a longos períodos de prisão, além de pesadas multas.
Odent iraniano e muitas outras pessoas reconheceram o potencial do mercado de criptomoedas, e odent participou de diversas reuniões para apoiar esse setor. Por isso, muitos bancos no Irã têm se esforçado para que o país adote as criptomoedas.
Khoshbakht declarou sobre a situação que todas as classes sociais, das mais baixas às mais altas, precisam ter voz na elaboração da estrutura regulatória. Ele acredita que as criptomoedas só podem ser regulamentadas no Irã por decisão do Banco Central.

