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EUA e China realizarão as primeiras conversas sobre os riscos da IA

PorIbiam WayasIbiam Wayas
Tempo de leitura: 2 minutos
EUA e China realizarão as primeiras conversas sobre os riscos da IA
  • Os Estados Unidos e a China realizarão sua primeira reunião formal sobre os riscos técnicos associados à IA nesta terça-feira.
  • Um funcionário americano afirmou que a discussão abrangerá "toda a gama de riscos" da IA.
  • No entanto, ambas as partes "não estão buscando elaborar uma declaração conjunta"

Autoridades governamentais dos Estados Unidos e da China se reunirão em Genebra na terça-feira para discutir a "gama completa de riscos" associados à inteligência artificial. Este será o primeiro diálogo formal entre os países sobre assuntos relacionados aos riscos da IA. 

O encontro dá início a um acordo prévio firmado entre odent Joe Biden e Xi Jinping em novembro passado para promover e fortalecer o diálogo entre as duas superpotências em inteligência artificial, entre outras áreas. 

Apenas uma “troca de opiniões”, sem negociação

No entanto, um alto funcionário do governo deixou claro que o objetivo da reunião é compreender os pontos de vista de cada um sobre os riscos da IA ​​e que não haverá nenhum acordo entre a China e os EUA na reunião de amanhã. 

“As conversas não se concentrarão em resultados específicos, mas sim em uma troca de opiniões sobre os riscos técnicos da IA, como uma oportunidade para comunicar diretamente sobre as respectivas áreas de preocupação”, disse o funcionário aos repórteres. “Não estamos buscando elaborar uma declaração conjunta.”

Questionado se dariam prioridade às discussões sobre o uso de IA em armas nucleares, o funcionário disse que esperam "discutir toda a gama de riscos" e "explicar nossa abordagem aos princípios normativos de segurança da IA" 

No entanto, “nossas políticas de proteção tecnológica não estão abertas a negociação”, disse o funcionário aos repórteres. 

Segundo a Reuters, o diálogo será liderado por Tarun Chhabra, funcionário do Conselho de Segurança Nacional dos EUA, e por Seth Center, enviado especial interino do Departamento de Estado para tecnologias críticas e emergentes. Os representantes chineses presentes são do Ministério das Relações Exteriores e da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma.

Preocupação dos EUA com os esforços da China em IA

Nos últimos anos, a China tem se esforçado para expandir suas capacidades de IA em diferentes setores. No entanto, os EUA expressaram preocupação com a implementação da IA ​​pelo país em áreas como os setores civil, militar e de segurança nacional. 

Alguns funcionários argumentaram que os esforços da China nesse sentido prejudicam a segurança nacional tanto dos EUA quanto de seus aliados. Essa preocupação levou a algumas medidas por parte do governo americano, como a restrição do acesso da China a chips de IA avançados e ferramentas de fabricação de chips produzidas com insumos americanos, visando limitar os esforços chineses em IA.

Deixando de lado a tensão, a reunião poderia ajudar ambas as partes a comunicarem suas posições e, talvez, a estabelecerem limites para o uso da tecnologia. 

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