Os idealizadores da Open Network (TON) do Telegram, uma plataforma Blockchain em desenvolvimento, divulgaram novas informações sobre o aguardado projeto. A empresa revelou detalhes técnicos e complexidades referentes às diferentes versões da plataforma de software.
Segundo fontes de notícias renomadas, a rede TON competirá com outras plataformas de destaque, como Polkadot e Cosmos. Em termos de alcance e volume de público, a TON busca se consolidar em uma posição significativamente superior à de seus concorrentes, visto que a empresa já acumula 300 milhões de usuários em todo o mundo.
Termos de Serviço para uso de tecnologia de prova de ponto de venda (PDV)
Para alcançar um desempenho superior por meio de sua infraestrutura digital, a rede utilizará a tecnologia de prova de participação (PoS). Diversas redes blockchain, incluindo as concorrentes atuais da plataforma, Polkadot e Cosmos, bem como a futura Ethereum 2.0, são construídas sobre a tecnologia PoS. O modelo alternativo, conhecido como prova de trabalho (PoW), é utilizado pelo Bitcoin e pela versão atual do Ethereum. Essa premissa tecnológica permite uma velocidade de processamento mais lenta, com apenas sete a quinze transações por segundo.
tracinteligentes, fragmentação e masterchains
Ostracinteligentes são um instrumento fundamental no desenvolvimento da tecnologia de registro distribuído (DLT) e das redes quedent deles. A TOS utilizará hubs de informações unificados, suportados portracinteligentes. A privacidade e a segurança dos ativos armazenados nesses bancos de dados são reforçadas por meio de cláusulas nostrac.
A plataforma também utilizará o sharding, uma técnica na qual toda a rede é dividida em elementos ou componentes menores chamados shards. Cada 'shard' mantém um fragmento independente dent histórico de transações e da rede como um todo.
Com base nos documentos de design divulgados pela empresa, a plataforma TON incorporará a tecnologia Proof of Stake (PoS), garantindo também alta escalabilidade por meio de sharding. Relatórios também indicam que essa rede utilizará um conceito chamado 'Masterchain', no qual múltiplas 'workchains' integradas serão gerenciadas em um ambiente centralizado .
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