Uma mudança de política, que pode ou não levar à certeza em relação à regulamentação das criptomoedas no país, está em curso, conforme observado anteriormente, visto que o governo sul-africano abriu espaço para discussão e comentários.
Clientes e empresas poderão transferir fundos, visto que o Banco Central da África do Sul e o Tesouro Nacional estão analisando a possibilidade de aprimorar a obsoleta e antiga Lei do Sistema Nacional de Pagamentos, nº 78, de 1998.
Além disso, com alguns avanços, os setores que antes eram negligenciados e nos quais criptomoedas não regulamentadas eram utilizadas serão regularizados com essa mudança. Opiniões sobre a alteração da política serão bem-vindas até 28 de fevereiro de 2019.
O ritmo acelerado da inovação e das tecnologias emergentes transformou o papel dos bancos de uma forma inimaginável. A tecnologia está em constante mudança, e ignorar que esse processo é essencial para o setor seria viver em um mundo de ilusões. Os serviços financeiros da África do Sul assumiram a responsabilidade de aprender, crescer e compreender as implicações e oportunidades dessa transformação, apresentando-as de maneira singular.
Para isso, está em andamento a criação de um novo projeto que visa contribuir para as iniciativas globais que avaliam a aplicação e os casos de uso da tecnologia de registro distribuído (DLT) por meio de um esforço colaborativo com os bancos. Seu objetivo é expandir o conhecimento e buscar benefícios significativos. Reportagens na mídia afirmam que o Projeto Khokha conquistou o prêmio de Melhor Registro Distribuído há alguns meses.

