No caso mais recente, a Comissão de Valores Mobiliários (SEC) contra o Telegram continua acirrada, com a SEC criticando duramente a criptomoeda Gram e se recusando a conceder qualquer alívio à empresa Telegram.
O Telegram, serviço de mensagens instantâneas e voz sobre IP baseado em nuvem, recentemente um revés com uma ordem judicial que proibia o lançamento do seu serviço Telegram Open Network e a emissão de tokens Gram. A SEC alegou que a empresa estava realizando uma oferta inicial de moedas (ICO) não registrada.
SEC contra Telegram no tribunal
Embora a Comissão de Valores Mobiliários tenha solicitado ao tribunal federal que não negasse seu recurso para uma liminar cautelar contra a empresa.
Foi devido a essa restrição que o prazo para o lançamento do Gram foi adiado para abril de 2020, em meio a extensas investigações regulatórias.
O Telegram respondeu afirmando que o token Gram não era, de fato, garantia. Portanto, a ordem judicial que impedia a empresa de lançar o serviço em 31 de outubro era injustificada.
Os investidores foram aconselhados a esperar até o próximo prazo estipulado ou a receber um retorno de setenta por cento de seus investimentos.
Ainda assim, a SEC contestou esse adiamento na documentação no caso SEC vs. Telegram. Seu ouvidor afirmou que a violação da lei seria inevitável se lhes fosse dada a oportunidade de distribuir seus tokens. Ele explicou ainda que o contra-argumento do Telegram, de que sua oferta interna de moedas não constituía garantia, não era suficientemente convincente.
O juiz P. Kevin Castle, moderador deste caso, ainda não expressou seu ponto de vista sobre este embate jurídico.
SEC vs Telegram: SEC age com firmeza, sem concessões