Um sindicato queniano adotou uma nova abordagem para gerenciar os ativos de seus membros. De acordo com uma publicação da Proof of Workforce X, a Associação Nacional de Bombeiros do Quênia (KENFIBA) concluiu a criação de sua reserva Bitcoin (BTC).
Essa medida torna a KENFIBA a organização sindical pioneira do país a ter BTC em seu balanço patrimonial. Ela também pode ser o primeiro sindicato a manter uma reserva de BTC na África.
A reserva de BTC aumentará a capacidade de combate a incêndios do Quênia
A KENFIBA alcançou esse feito graças ao financiamento inicial da Proof of Workforce, uma organização sem fins lucrativos que ajuda trabalhadores e seus sindicatos a investir em Bitcoin. O doador afirmou que o fundo em criptomoedas ajudaria a aumentar a capacidade de combate a incêndios do Quênia.
A postagem X dizia:
A KENFIBA, Associação Nacional de Bombeiros do Quênia, adiciona Bitcoin ao seu balanço patrimonial, tornando-se o primeiro sindicato no Quênia a possuir Bitcoin! Potencialmente, o primeiro sindicato no continente a possuir Bitcoin.
~Comprovação da força de trabalho
No entanto, um usuário do X, James Otudor, contestou a segunda afirmação da Proof of Workforce. Ele alegou que o Sindicato dos Professores de uma renomada universidade nigeriana possuía uma reserva de BTC antes da KENFIBA. Não conseguimos verificar de formadentas alegações do Sr. Otudor.
O que a KENFIBA ganhará ao criar uma reserva de BTC?
A assessora da Proof of Workforce, Magdalena Gronowska, explicou a importância da colaboração. Ela afirmou que, por meio dela, a KENFIBA aprimoraria seu processo de recrutamento, cadastro de membros e respostas a emergências. Ela acrescentou que as duas instituições discutiram como os trabalhadores poderiam se beneficiar ao manter BTC.
Além disso, o acordo permitirá que a administração da KENFIBA tenha acesso a desenvolvedores visionários Bitcoin no país. Esses desenvolvedores de BTC são quenianos locais que fornecerão à associação e seus membros ferramentas, educação e recursos para administrar a reserva.
A África está dando grandes passos na adoção de blockchain, criptomoedas e tecnologias de inteligência artificial. Isso é comprovado pelo número crescente de governos do continente que estão criando estruturas para apoiar a adoção dessas tecnologias em evolução.
Países como Egito, Senegal, Argélia, Ruanda, Benim e Maurício aprovaram oficialmente programas de IA. Enquanto isso, Quênia, África do Sul e Nigéria estão entre os muitos que instituíram políticas para impulsionar o desenvolvimento nessas áreas tecnológicas.

