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Autoridades indianas condenam sete pessoas por envolvimento em esquema Ponzi com criptomoedas

Neste post:

  • As autoridades indianas prenderam sete suspeitos acusados ​​de aplicar diversos esquemas Ponzi com criptomoedas e investimentos de alto rendimento.
  • As autoridades recuperaram diversas provas incriminatórias após realizarem buscas em cerca de 10 locais diferentes onde os suspeitos atuavam.
  • As autoridades abriram um processo contra os suspeitos, alertando o público em geral sobre plataformas de investimento não comprovadas e não testadas.

As autoridades indianas indiciaram sete pessoas por envolvimento em um esquema Ponzi com criptomoedas. O Departamento Central de Investigação (CBI) afirmou em comunicado que os indivíduos operavam múltiplos esquemas Ponzi com criptomoedas, prometendo a vítimas inocentes altos retornos em transações que ultrapassaram 350 milhões de rúpias.

Segundo um comunicado divulgado pela agência, foram realizadas buscas e apreensões em diferentes locais, incluindo estados e territórios da União em Madhya Pradesh, Delhi, Pradesh, Rajasthan, Gujarat, Jharkhand e Tamil Nadu.

Segundo as autoridades indianas, as buscas revelaram diversas provas que ligam os indivíduos ao crime. O CBI (Central Bureau of Investigation) informou ter recuperado 34,2 lakh (3,42 milhões de rúpias) cash , além de outras evidências digitais que auxiliarão nas investigações. A polícia apreendeu sete celulares, três discos rígidos, um laptop, um tablet, dez pen drives, cartões de memória, contas de e-mail, cartões de débito e outros documentos incriminatórios.

Autoridades indianas prendem sete criminosos envolvidos em esquema Ponzi com criptomoedas

Segundo as autoridades indianas, outras provas das atividades criminosas também foram encontradas, com destaque para um montante de US$ 38.414 em ativos digitais. A agência informou que as carteiras contendo os ativos foram confiscadas, pois isso auxiliará nas investigações. No entanto, a agência não especificou se as chaves das carteiras foram apreendidas dos criminosos. As autoridades mencionaram que os indivíduos operavam múltiplos esquemas Ponzi com criptomoedas, cada um atuando de forma diferente, embora sob uma mesma organização.

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As autoridades indianas mencionaram que os criminosos estavam baseados em Delhi, Chittorgarh, Ratlam, Hazaribag, Pudukkottai, Bathinda e Valsad, cometendo seus crimes com total impunidade. Além dos esquemas Ponzi com criptomoedas, as autoridades indianas também mencionaram que o grupo oferecia diversos investimentos em criptomoedas de alto rendimento, prometendo às suas vítimas desavisadas percentuais de retorno suspeitamente elevados.

O CBI mencionou que, após a apreensão das carteiras digitais e contas bancárias, vinculou diversos fundos provenientes das atividades ilegais do grupo a ambas as contas. As autoridades indianas afirmaram que os criminosos canalizaram os fundos ilícitos por meio de vários canais e, por fim, os transferiram para suas carteiras de criptomoedas para ocultar a origem dos recursos. As autoridades também os acusaram de promover investimentos fraudulentos e disseminar informações falsas para atrair investidores para seus esquemas ilegais.

O CBI promete processar os criminosos

O CBI também mencionou que os criminosos iniciaram diversos esquemas de investimento fraudulentos, realizando depósitos não regulamentados sem a devida autorização dos órgãos competentes. Normalmente, as entidades que prestam serviços que exigem investimentos são obrigadas a encaminhar diversos documentos ao Banco Central da Índia (RBI), solicitando aprovação. Somente após verificar a legitimidade da empresa é que o RBI aprova tais esquemas de investimento.

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As autoridades indianas também observaram que as investigações já estão em andamento para apurar a extensão dos crimes do grupo. A agência conduzirá investigações para identificar aqueles que prestaram auxílio aos criminosos. O CBI também mencionou que apresentou a denúncia com base no Artigo 120B, combinado com o Artigo 420 do Código Penal Indiano (IPC) e no Artigo 66D da Lei de Tecnologia da Informação de 2000, contra os sete suspeitos.

Este incidentedent reforça a necessidade de os investidores estarem vigilantes no setor de criptomoedas, visto que casos como este têm se tornado frequentes, acompanhando a adoção em massa. Um exemplo típico foi o caso de uma contadora que foi enganada após investir seus fundos de pensão em um investimento falso em criptomoedas, sem verificar sua legitimidade. Embora os órgãos reguladores e as agências estejam tentando se antecipar à situação com as regulamentações necessárias, resta saber como isso será possível. Os criminosos também se tornaram mais astutos, disfarçando seus investimentos com estratégias de alto rendimento. Os investidores são alertados para que evitem utilizartronque não tenham comprovada confiabilidade.

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