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Hoje no mundo das criptomoedas: As altas, quedas e surpresas que você perdeu

Neste post:

  • O JPMorgan lançou sua aplicação blockchain, a Tokenized Collateral Network (TCN), para transformar e simplificar os processos de garantia de ativos.
  • Binance enfrenta escrutínio no Brasil, com a comissão do Congresso recomendando o indiciamento do CEO Changpeng “CZ” Zhao e de três executivos locais por múltiplas acusações.
  • O cofundador da FTX, Sam Bankman-Fried, considerou vender ações da FTX ao príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman, conforme revelado em depoimento judicial.

Foi um dia agitado no mundo das criptomoedas, e para aqueles que piscaram, muita coisa pode ter passado despercebida.

Desde negociações clandestinas de ações com um príncipe saudita até grandes gigantes bancários mergulhando de cabeça na tokenização, o universo das criptomoedas nunca deixa de nos manter em alerta.

Além disso, a ação do Brasil contra da Binance ? Apenas mais uma terça-feira. Aqui está um resumo dos principais acontecimentos do dia.

Gigante do setor bancário entra na onda do blockchain

O JPMorgan, o renomado gigante bancário americano, surpreendeu o mundo das criptomoedas com o lançamento de sua mais recente iniciativa em blockchain: a Tokenized Collateral Network (TCN).

Este não é um projeto paralelo mal acabado; é um sistema complexo que está prestes adefia forma como os investidores utilizam os ativos.

Aproveitando as maravilhas da blockchain, a TCN permite que seus usuários transfiram a propriedade de garantias sem as etapas complicadas de adulteração dos registros subjacentes.

Durante sua primeira negociação pública, o JPMorgan, em colaboração com a gigante de gestão de ativos BlackRock, transformou cotas de fundos do mercado monetário em tokens digitais.

Esses tokens posteriormente garantiram um acordo de derivativos entre as duas partes, sendo o banco Barclays o beneficiário.

Esta não é a primeira incursão do JPMorgan no mundo da blockchain. Eles já haviam demonstrado interesse em maio de 2022, quando realizaram o primeiro teste interno da TCN. Rápida, segura e eficiente — exatamente o que o mundo das liquidações tradicionais precisava.

Veja também:  Presidente da CFTC questiona o status regulatório das criptomoedas em meio à aprovação de ETFs

Tyrone Lobban, que lidera a divisão Onyx Digital Assets do JPMorgan, esclareceu as capacidades da plataforma.

Não só facilita a criação e a transferência de ativos tokenizados, como também agiliza a movimentação de garantias, algo que era notoriamente lento nos tempos pré-blockchain.

Caminho acidentado para Binance no Brasil

Enquanto o JPMorgan causava impacto com seus empreendimentos em criptomoedas, Binance, a renomada corretora de criptomoedas, se via em águas turbulentas no Brasil.

A comissão do Congresso americano concluiu uma investigação exaustiva sobre esquemas de pirâmide financeira e está de olho nos principais executivos da Binance.

Changpeng “CZ” Zhao, o principal nome por trás Binance, juntamente com três executivos locais Binance , se viram sob os holofotes.

O volumoso relatório, com mais de 500 páginas, pinta um quadro desfavorável, acusando a equipe de práticas de gestão duvidosas e outras infrações, incluindo negociação não autorizada de valores mobiliários.

Mas as acusações não param por aí. O comitê alega que Zhao, com a ajuda de sua equipe, arquitetou uma intrincada rede concebida explicitamente para burlar a lei.

Desde evasão fiscal e lavagem de dinheiro até suspeitas de ligações com o crime organizado e o terrorismo, as acusações contra Binance são, no mínimo, condenatórias.

Embora as recomendações do comitê não sejam imutáveis, certamente causaram alguns transtornos às operações da Binanceno país.

Veja também  a coleção BAYC NFT, que trac um lance de US$ 19 milhões, superando a estimativa de US$ 12-18 milhões.

Binance, por sua vez, mantém-se defi, expressando seu compromisso com a colaboração e rejeitando as alegações como infundadas. O tempo dirá aonde esse imbróglio jurídico levará, mas, por ora, as nuvens sobre Binance parecem escuras e ameaçadoras.

Um príncipe herdeiro saudita e negociações de ações

Por fim, vamos analisar o drama judicial envolvendo o cofundador e ex-CEO da FTX, Sam Bankman-Fried.

Depoimentos em tribunal de Caroline Ellison, ex-CEO da Alameda Research, sugerem que Bankman-Fried cogitou vender ações da FTX a ninguém menos que o príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman.

Essa revelação bombástica surgiu em meio ao julgamento em andamento de Bankman-Fried, lançando luz sobre as intrincadas redes tecidas no domínio das criptomoedas.

O mundo das criptomoedas é repleto de reviravoltas, tornando crucial que os entusiastas se mantenham atualizados. Hoje, como sempre, tivemos nossa cota de choques e surpresas, e só o tempo dirá como essas histórias se desenrolarão.

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