Segundo notícias da semana passada, um determinado grupo de hackers tem invadido supercomputadores por toda a Europa para minerar criptomoedas.
O grupo é especializado no uso de malware para mineração de criptomoedas, com mais de uma dúzia de computadores na Alemanha, Suíça e Espanha, que constituem a principal base de ataque dos hackers de mineração de criptomoedas.
O primeiro computador ao qual os hackers tiveram acesso foi o supercomputador Archer da Universidade de Edimburgo, que está sendo usado atualmente para pesquisar o temido Coronavírus.
Hackers de mineração de criptomoedas obtiveram acesso aos dados de login.
Os hackers obtiveram acesso aos dados de login devido às redes comprometidas em universidades na Polônia e na China.
A Cado Security , uma empresa de segurança, afirmou que usuários de instituições de ensino de alta performance podem ter acesso a logins de outros centros de informática, o que facilita o acesso de invasores a esses dados e compromete toda a rede.
Os hackers de mineração de criptomoedas obtiveram acesso a supercomputadores em duas ocasiões distintas, explorando uma vulnerabilidade no kernel do Linux e instalando um aplicativo de mineração de Monero.
O grupo de hackers programou o aplicativo especificamente de forma que ele ficasse ativo apenas durante a noite, eliminando assim a possibilidade de serem pegos.
Computadores usados em pesquisas sobre o coronavírus foram afetados pelos ataques cibernéticos.
Relatos indicam que muitos dos computadores invadidos para mineração de criptomoedas foram usados em pesquisas sobre a atual pandemia de Coronavírus.
A Universidade de Zurique informou que precisou fechar todo o seu centro de pesquisa por horas após a detecção da invasão, a fim de eliminar as consequências do ataque cibernético.
Com o dinheiro que os impulsionava a fazer coisas assim, os hackers criaram um malware de mineração que trabalhava sem parar.
Analistas afirmaram que o ataque cibernético pode ter efeitos nocivos, pois estava sendo usado para obter mais informações sobre a pandemia e maneiras de combatê-la.
Segundo relatos, esta não é a primeira vez que hackers de mineração de criptomoedas atacam supercomputadores usados para pesquisas sobre o novo vírus, pois isso já aconteceu cerca de doze vezes desde o início da pandemia.
Coincidências foram descartadas, sendo o dinheiro apontado como a principal razão por trás dos ataques cibernéticos.

