Um estudo recente na Venezuela mostrou que seus cidadãos ainda utilizam o bolívar em algum nível. Sem dúvida, ele praticamente não tem valor devido à inflação, mas a sobrevivência sem ele é impossível.
A razão para isso reside na natureza altamente técnica de outros ativos e moedas, como bitcoin (BTC). Diversas organizações se esforçarão para que as pessoas os compreendam. O acesso aos produtos é a tarefa primordial.
Entretanto, o uso do bitcoin (BTC) aumentou enormemente, e a maioria dos cidadãos utiliza criptomoedas com pseudônimos para receber pagamentos e remessas.
Além disso, outro estudo baseado em 40 participantes revelou o uso do dinheiro pelos cidadãos no período de incerteza política e econômica.
Segundo um veículo de comunicação, um indivíduo foi ameaçado por um membro da Guarda Nacional por não vender seus produtos pelos preços estipulados pelo governo. Além disso, outro cidadão foi flagrado contrabandeando dólares americanos para a Venezuela.
O principal problema é que o uso Bitcoin (BTC) para comprar bens ainda não é comum, principalmente os bens que o cidadão comum tem interesse em comprar.
As pessoas que aceitam bitcoin (BTC) só o aceitariam se o produto que a pessoa comprasse fosse mais técnico ou caro, mas não o aceitariam para bens mais simples e de uso diário, como alimentos, mantimentos, etc.
Além disso, o processo se torna difícil porque apenas um pequeno grupo de pessoas tem conhecimento do uso da criptomoeda e da carteira digital.
As principais organizações que desempenham um papel na popularização das criptomoedas são a Human Rights Foundation, Zcash Foundation, Cosmos, a Tezos e a Stellar.

