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O iPad Pro da Apple pode vir a utilizar o sistema de resfriamento por câmara de vapor do iPhone 17 Pro

PorJai HamidJai Hamid
Tempo de leitura: 4 minutos
  • A Apple planeja adicionar um sistema de resfriamento com câmara de vapor ao iPad Pro até 2027 para reduzir o superaquecimento.
  • É provável que o iPad Pro receba o novo chip M6, fabricado com o processo de 2 nm da TSMC, em sua próxima atualização.
  • A Apple lançará anúncios no Apple Maps no próximo ano, permitindo que as empresas paguem por um melhor posicionamento nos resultados de busca.

De acordo com a Bloomberg, a Apple está se preparando para trazer o sistema de resfriamento por câmara de vapor do iPhone 17 Pro para o iPad Pro, com a mudança provavelmente chegando ao modelo de 2027.

O recurso, já implementado nos iPhones 17 Pro e Pro Max deste ano, foi projetado para lidar com o calor gerado por chips de alto desempenho durante tarefas que exigem muita energia, como jogos, edição de vídeo e inteligência artificial no dispositivo.

Agora, a Apple está implementando o mesmo sistema em tablets (especificamente no iPad Pro) sem adicionar ventoinhas, marcando a primeira vez que aplica esse nível de solução térmica a um produto tão fino.

O sistema utiliza a evaporação e condensação de líquidos dentro de uma câmara metálica selada para dissipar o calor do chip.

No iPhone, essa abordagem substituiu a antiga função da estrutura de titânio na dissipação de calor. Essa estrutura havia sido um problema no iPhone 15 Pro e no 16 Pro, que esquentavam com frequência e eram desconfortáveis ​​de segurar. Mas o iPhone 17 Pro resolveu esse problema.

Agora você pode iniciar jogos ou executar ferramentas de inteligência artificial da Apple sem que o dispositivo superaqueça. A Apple planeja fazer o mesmo com o iPad Pro, que, apesar de ter um corpo maior que o de um telefone, ainda tem dificuldades para se manter refrigerado quando exigido ao máximo.

Apple busca solucionar problema de superaquecimento no iPad Pro com chip M6

O iPad Pro está se tornando cada vez mais parecido com um computador de mesa portátil, e isso vem acompanhado de calor. Na semana passada, a Apple lançou uma nova versão do iPad Pro com o chip M5, que, segundo testes de desempenho, agora é tão poderoso quanto o M1 Ultra do Mac Studio.

Esse chip já custou mais de US$ 3.000 e funcionava em enormes torres de metal. Agora, ele está no seu colo. Mas o M5 ainda não é imune à limitação térmica. É por isso que a Apple já está trabalhando em uma câmara de vapor para modelos futuros.

O iPad Pro de 2027 provavelmente virá com o processador M6, fabricado usando o processo de 2 nanômetros da TSMC, que melhora a eficiência energética e mantém altas velocidades sem comprometer a duração da bateria.

Mas mesmo com esse avanço, a Apple sabe que precisa de um sistema de resfriamento melhor, especialmente porque cada vez mais usuários utilizam o iPad para edição de vídeo, ferramentas de IA e multitarefa no estilo Mac, no iPadOS.

A Apple costuma atualizar o iPad Pro a cada 18 meses. Com base nesse ciclo, a câmara de vapor deverá aparecer por volta da primavera de 2027.

O objetivo a longo prazo da empresa é aumentar o desempenho, mantendo o tablet sem ventoinhas, embora dispositivos semelhantes de outras marcas já incluam câmaras de vapor.

Mas a Apple quer usar esse recurso como um argumento de venda fundamental para incentivar a atualização de usuários que ainda possuem modelos mais antigos.

A nova tecnologia de resfriamento também ajudaria a Apple a ampliar a diferença entre as linhas iPad Air e iPad Pro. Em 2024, o iPad Air recebeu uma atualização para uma tela de 13 polegadas, o mesmo tamanho do Pro, e está previsto para receber o chip M4 em 2026.

Essa mudança tornou tênue a linha divisória entre os modelos intermediários e premium. Oferecer ao modelo Pro recursos de hardware exclusivos, como câmaras de vapor, ajudaria a diferenciá-los novamente e direcionar os usuários para a opção de preço mais elevado.

A Apple acelera a implementação de anúncios no app Mapas enquanto o iPad dobrável permanece estagnado

A Apple também está implementando um plano para inserir publicidade no aplicativo Apple Maps, com os novos anúncios entrando em vigor em algum momento do próximo ano.

Nesse sistema, restaurantes, varejistas e empresas locais podem pagar por maior visibilidade nos resultados de busca, de forma semelhante a como os desenvolvedores já compram posições de destaque na seção de anúncios de busca da App Store.

A Apple acredita que pode fazer isso melhor que o Google, com um layout mais limpo e segmentação baseada em IA que exibe anúncios mais relevantes com base no comportamento do usuário.

Mas essa mudança pode afastar ainda mais usuários. Muitos proprietários de iPhone já estão frustrados com o marketing agressivo dentro do aparelho, desde banners do AppleCare+, Apple Music, TV+ e Fitness+, até anúncios patrocinados no Apple News.

E com o iPhone 17 Pro custando quase US$ 2.000, os usuários dizem que a Apple está pedindo demais. "Já é um outdoor", disse um cliente antigo a Gurman. "E agora eles querem o app Mapas também."

Embora a Apple veja aqui uma grande oportunidade de lucro, também se prepara para possíveis reações negativas. Internamente, a empresa está planejando maneiras de evitar que o Maps pareça apenas mais um canal de anúncios.

Mas alguns funcionários envolvidos no projeto ainda temem que a estratégia possa ser contraproducente, especialmente com Donald Trump de volta à Casa Branca, onde seu governo pode submeter o crescente negócio de publicidade da Apple a um escrutínio maior.

Enquanto isso, o tão aguardado iPad dobrável de 18 polegadas da Apple está em estado crítico. Após planejar o lançamento do tablet em 2028, os engenheiros agora adiaram o lançamento para 2029, no mínimo. O motivo: problemas de hardware. O protótipo é muito pesado.

A tela OLED dobrável é muito frágil. E o preço esperado é superior a US$ 3.000, provavelmente em torno de US$ 3.400, o mesmo do Huawei MateBook Fold, que já está sendo vendido na China.

A Apple não sabe se existe mercado para um iPad dobrável a esse preço. Pessoas que trabalham no projeto disseram a Gurman que as chances de o aparelho ser lançado são de 50%. A Apple tem o hábito de abandonar projetos de hardware que não parecem lucrativos.

O projeto do carro autônomo foi cancelado no ano passado. No início deste ano, a empresa descontinuou o Apple Watch com câmera integrada. Mais recentemente, a Apple abandonou uma versão mais barata do seu headset Vision Pro, que deveria ser mais leve e confortável de usar.

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