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Vinte países se inscrevem para entrar no BRICS – Eis a lista da nova ordem mundial

PorFlorença MuchaiFlorença Muchai
Tempo de leitura: 3 minutos
BRICS
  • Uma entrevista recente com o embaixador sul-africano Anil Sooklal indicou que 20 novos países solicitaram adesão ao BRICS. 
  • Segundo o embaixador, o BRICS verá muitas outras ondas de expansão. “Concordamos com seis membros, e o BRICS trabalha por consenso. O presidentedent disse que esta é a primeira fase de expansão, e isso não significa que a expansão irá parar.” 
  • Os países do BRICS mantiveram sua posição como principais parceiros comerciais e estão assinando novos acordos comerciais este ano. O dólar americano será a primeira vítima da dominância global do BRICS quando o comércio entre dois países do BRICS aumentar.
  • A China lidera a agenda de desdolarização, com 155 países ligados à Iniciativa Cinturão e Rota da China começando a compensar seus empréstimos em yuan e não em dólares americanos.

Em uma mudança monumental no cenário global, um desenvolvimento notável ocorreu com 20 países demonstrando grande interesse em ingressar na influente aliança BRICS. O grupo BRICS, originalmente composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, cresceu e se tornou uma poderosa coalizão que molda o panorama geopolítico. 

A decisão de 20 nações de se alinharem ao BRICS reflete uma mudança paradigmática nas relações internacionais, à medida que os países buscam forjar alianças estratégicas que transcendam as fronteiras geopolíticas tradicionais. 

As implicações dessa expansão são profundas, visto que a nova aliança evolui para uma coalizão mais ampla que não apenas consolida o poderio econômico, mas também facilita uma abordagem coletiva para enfrentar os desafios globais mais urgentes. 

BRICS mira expansão global

Em uma entrevista, o embaixador sul-africano Anil Sooklal confirmou que 20 novas nações apresentaram candidaturas para ingressar no bloco econômico. Isso ocorre seis meses depois de o BRICS ter convidado seis nações adicionais: Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Argentina, Irã, Egito e Etiópia. 

No entanto, a Argentina pode ser a única nação a rejeitar o convite do BRICS e permanecer fora do bloco econômico.

Segundo as declarações de Sooklal, apenas um número limitado de nações em desenvolvimento demonstra interesse em se tornarem membros do bloco econômico. Em um esforço para fortalecer suas moedas nacionais, os países em desenvolvimento estão abandonando o dólar americano no comércio internacional.

As tentativas de desdolarização estão ganhando tracà medida que os países em desenvolvimento buscam romper os laços com o dólar americano. Além disso, a aliança é a única esperança para o estabelecimento de uma nova ordem mundial e para a desestruturação da estrutura financeira convencional dominada pelo Ocidente e pelos Estados Unidos. 

Como resultado, o dólar americano está numa encruzilhada e pode perder valor nos próximos anos.

Mais de 20 países abordaram formalmente o BRICS para se tornarem membros […] Um número igual buscou informalmente informações para ingressar no BRICS. Esse grande interesse reafirma o papel positivo que o BRICS desempenha na defesa dos países em desenvolvimento.

Anil Sooklal 

O embaixador também salientou que o BRICS vivenciaria muitas outras ondas de adesões ampliadas.

Concordamos com seis membros e o BRICS trabalha por consenso. Odent Ramaphosa disse que esta é a primeira fase de expansão e isso não significa que a expansão irá parar. Haverá países interessados ​​em se tornar membros do BRICS.

Anil Sooklal 

Uma análise do dólar americano, a primeira vítima da dominância comercial dos BRICS

O novo bloco econômico está construindo a estrutura para uma futura guerra entre moedas locais e o dólar americano. Os países do BRICS mantiveram seu papel como parceiros comerciais essenciais e novos acordos comerciais estão sendo assinados este ano. Esses novos acordos priorizam as moedas locais em detrimento do dólar americano. Quando o comércio entre dois países do BRICS aumenta, o dólar americano é o primeiro a sofrer.

A China e a Arábia Saudita firmaram recentemente um acordo comercial que prioriza suas respectivas moedas, o rial saudita e o yuan chinês, em detrimento do dólar americano. O acordo, com duração de três anos, permite que as transações comerciais sejam liquidadas em moedas locais até o limite de 50 bilhões de yuans ou 26 bilhões de riais, ou US$ 7 bilhões.

Como resultado, até US$ 7 bilhões em transações transfronteiriças serão liquidadas em moedas locais pela China e Arábia Saudita. O dólar americano não terá qualquer participação nas novas liquidações cambiais até que o valor ultrapasse US$ 7 bilhões. A decisão demonstra a determinação dos blocos econômicos em abandonar o dólar americano em favor de moedas locais para o comércio global.

Em resumo, o comércio iniciado em moedas locais entre os países do bloco econômico e os países emergentes representa um golpe para o dólar americano. O destino tanto das moedas locais quanto do dólar será decidido nos próximos anos.

A China lidera a agenda de desdolarização

Um total de 155 países aderiram à Iniciativa Cinturão e Rota da China e receberam financiamento para projetos de desenvolvimento. No entanto, especula-se que a China, membro do BRICS, poderá em breve utilizar a iniciativa para impulsionar o yuan chinês à frente do dólar americano no comércio global.

A China está tentando internacionalizar o yuan chinês por meio da Iniciativa Cinturão e Rota (BRI), visto que 155 nações fazem parte do bloco comunista. Segundo relatos, a China está adiando a adoção do yuan como moeda de pagamento padrão para projetos da BRI até que o Yuan Digital (CBDC) esteja consolidado.

Em outras palavras, os países que receberem empréstimos chineses no âmbito da Iniciativa Cinturão e Rota poderão em breve pagar seus empréstimos em yuan chinês. Num futuro próximo, o dólar americano poderá deixar de ser usado para liquidar empréstimos com a China. Se a regra for implementada, 155 países poderão começar a pagar seus empréstimos em yuan chinês em vez de dólares americanos.

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