A VALR, principal corretora de criptomoedas da África do Sul, captou um montante significativo para expandir seus serviços aos investidores/traders de moedas digitais no país. Essa iniciativa pode ser vista como uma jogada estratégica da corretora para consolidar uma presença forte em toda a África, acompanhando o crescimento contínuo da adoção de criptomoedas no continente.
Corretora de criptomoedas da África do Sul arrecada mais de US$ 3 milhões
Conforme noticiado na terça-feira, a corretora de criptomoedas VALR arrecadou cerca de US$ 3,4 milhões (ou seja, 57 milhões de rands) para expandir seus negócios em todo o país. Vale ressaltar que a VALR é considerada a maior corretora de criptomoedas da África do Sul, devido ao seu volume de negociações.
Embora os participantes da rodada de financiamento não tenham sido divulgados, a corretora de criptomoedas sul-africana observou que os recursos obtidos com a última rodada de financiamento facilitarão o desenvolvimento de novos produtos de criptomoedas para investidores/traders no mercado sul-africano, de acordo com o CEO da corretora, Farzam Ehsani.
Alguns dos serviços de moeda digital que estão sendo explorados pela corretora incluem negociação de derivativos e empréstimos com garantia, como Ehsani observou no relatório. Em última análise, a principal corretora de criptomoedas da África do Sul pretende expandir sua presença em toda a África com o lançamento desses serviços.
Adoção de criptomoedas na África
Fundada em 2018, a VALR cresceu e se tornou uma das principais empresas de criptomoedas da África. A exchange oferece suporte à negociação de pelo menos 50 criptomoedas, incluindo as mais negociadas, Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH). Desde o seu lançamento, a VALR conseguiu captar até 79 milhões de rands, de investidores renomados como Michael Jordaan, entre outros.
Já não é novidade que os africanos estão cada vez mais envolvidos com criptomoedas . As negociações peer-to-peer Bitcoin na África durante o segundo trimestre do ano indicaram um interesse crescente em moedas digitais entre os africanos. Somente no segundo trimestre, a Nigéria movimentou US$ 34,4 milhões em Bitcoin

