O empreendedor tecnológico Robert Ross, radicado nos Estados Unidos, assumiu a segurança como sua principal atividade, com o objetivo de pressionar as empresas de telecomunicações a protegerem seus assinantes. Ele está agora conscientizando as pessoas sobre a vulnerabilidade do módulo dedentdo assinante (SIM jacking), que permitiu que hackers roubassem mais de um milhão de dólares em criptomoedas.
Hackers exploraram o cartão SIM dele para obter acesso ao seu celular e, consequentemente, às contas de corretoras de criptomoedas que ele usava para negociar criptomoedas. Após perder o dinheiro, ele tem se dedicado a conscientizar as pessoas sobre o assunto e acredita que a brecha no sistema foi "permitida pelas operadoras"
A iniciativa de Ross, " Stop SIM Crime ", tem como foco dar visibilidade ao problema em larga escala, na esperança de atrair trac vítimas e forçar as operadoras de telecomunicações a combater o problema.
A iniciativa também oferece material e recursos para ajudar os usuários de telefones celulares a entender melhor o problema e a combatê-lo antes que se tornem vítimas do golpe.
Ross e sua equipe estão agora conscientizando as pessoas sobre o golpe das criptomoedas por meio de seu site, já que ele não é a única vítima nesse caso. O investidor em criptomoedas Michael Terpin também foi vítima de um golpe semelhante e entrou com um processo de duzentos e vinte e quatro milhões de dólares (US$ 224 milhões) contra a operadora de telefonia móvel AT&T.
Segundo relatos, Ross foi vítima de uma quadrilha de roubo de SIMs liderada por Joel Ortiz, que lucrou mais de cinco milhões de dólares (US$ 5 milhões) e gastou o dinheiro em carros esportivos de luxo. Ele e sua equipe foram presos graças aos números IMEI (dentInternacional de Equipamento Móvel) dos celulares que continham os SIMs adulterados.
Vítima de sequestro de SIM alerta para a necessidade de conscientização