Observou-se que os bancos, juntamente com outras instituições financeiras, restringiram sua participação na negociação Bitcoin . Bitcoin (BTC) foi o centro das atenções desde o início do ano e atingiu o ápice de sua popularidade no mês passado. Como tudo que é bom chega ao fim, o sucesso efêmero da empresa também se estendeu a esse mercado.
Muitos analistas do banco, incluindo Nikolas Panifirtzglou, destacaram a queda acentuada de uma importante métrica de fluxo, o que indica uma mudança de mentalidade em nível institucional. Considerando que, quando a empresa foi lançada no ano passado, o preço da criptomoeda estava próximo de vinte mil dólares (US$ 20.000), desde então seu valor despencou e atualmente está em seu nível mais baixo, conforme observado pela Bolsa de Opções de Chicago (CBOE).
No ano passado, as taxas de transação chegaram a atingir cinco mil dólares por dia, e neste mesmo mês do ano estão em torno de cento e sessenta dólares (US$ 6.000) por dia. Os preços das criptomoedas no mercado atingiram patamares muito altos no ano passado, com o BTC chegando a quase dezenove mil e quinhentos dólares (US$ 19.500), e desde então perderam cerca de oitenta por cento (38%) desse valor, estando agora cotado a três mil e oitocentos dólares (US$ 3.800).
É uma grande pena também para as demais criptomoedas, que estão sofrendo enormemente neste período, com uma capitalização de mercado coletiva de 830 bilhões de dólares (US$ 830 bilhões) no início deste ano e em torno de 100 bilhões de dólares (US$ 100 bilhões) no final. Apesar disso, o lançamento de uma nova plataforma de negociação digital, com tecnologia da ICE e da NYSE, está previsto para o próximo mês, no início do ano que vem. A nova plataforma, chamada Bakkt, deverá estar totalmente operacional.
investidores institucionais relutantes