Em 9 de julho de 2019, um veículo de mídia de tecnologia, o IT Pro da Grã-Bretanha, divulgou a notícia de que o computador de orientação Apollo (AGC), de cinquenta e dois (52) anos, foi usado para minerar Bitcoin e era operado por um cientista da computação americano.
O cientista americano Ken Shirriff, aclamado por seu trabalho, é especialista em engenharia reversa e desenvolveu um código que lhe permite minerar Bitcoin (BTC) em uma relíquia tecnológica antiga, tão rara que dificilmente existe outra em condições de funcionamento. Esta é a única.
O AGC mina a uma taxa de dez (10,3) segundos por hash. O Antminer S9, da gigante chinesa de equipamentos de mineração de criptomoedas, Bitmain, mina a uma taxa impressionante de treze (13) terahash ou treze (13) trilhões de hashes por segundo (TH/s).
Para se ter uma ideia da dimensão do problema, para extrair um único bloco de minério, a máquina Apollo precisaria de um tempo equivalente a um bilhão de vezes a idade do universo.
Ken Shirriff não poupou nem mesmo o velho IBM 1401 e tentou usá-lo para minerar bitcoin, como ele explica em seu site.
7 a taxa de hash da criptomoeda subiu para 65,19 TH/s, tendo aumentado ainda mais em relação aos 74 TH/s registrados após quebrar o recorde no mesmo dia.
A taxa de hash é uma unidade de medida valiosa para os mineradores, pois defia probabilidade de encontrarem o próximo bloco e, consequentemente, de receberem sua remuneração.
Portanto, quanto maior a taxa de hash, maiores as chances de os mineradores conseguirem obter um bloco grande.
Mineração bitcoin em computador Apollo AGC