Resumo resumido
• Os bancos japoneses permitirão que seus clientes comprem Bitcoin , Ethereum e outros tokens.
• A sede da Coinbase no Japão negocia com o MUFG há cinco anos.
A Coinbase firmou uma parceria com o banco nacional do MUFG no Japão para oferecer serviços de criptomoedas aos seus clientes. O maior banco do Japão permitirá depósitos, saques e transações entre Bitcoin, Ethereume outros tokens descentralizados.
A empresa de negociação de criptomoedas ampliou sua influência junto ao banco, de modo que os clientes afiliados se beneficiam desses novos modelos de investimento. Tudo isso acontece mesmo com algumas autoridades do país buscando regulamentar o mercado virtual.
Enquanto a Coinbase anunciava sua expansão para o Japão, a plataforma de criptomoedas Liquid anunciava ter sofrido um ataque cibernético. A Liquid não divulgou o valor total do prejuízo, embora alguns entusiastas de criptomoedas especulem que tenha sido superior a US$ 80 milhões. Esse ataque cibernético ocorre após a plataforma Poly Network ter sofrido um roubo de US$ 600 milhões no início deste mês.
O acordo da Coinbase com a MUFG é promissor.

É incrível como o acordo entre a Coinbase e o banco japonês MUFG pode beneficiar os cidadãos. Segundo dados divulgados pelo banco central, mais de 34 milhões de usuários terão acesso a criptomoedas, desde que atendam às condições do acordo. Os serviços da Coinbase estarão disponíveis para o MUFG, e a plataforma poderá expandir suas operações por todo o país.
Essa parceria entre a Coinbase e o MUFG foi concretizada após cinco anos de negociações, permitindo que a plataforma de câmbio entrasse na competição de carteiras de criptomoedas no Japão. Mais de 30 plataformas de criptomoedas possuem licença no Japão.
A sede da plataforma de criptomoedas no Japão obteve as licenças para operar no país, a terceira maior economia do mundo, em junho. No entanto, a corretora de criptomoedas não revelou sob quais condições funcionará no território asiático com o banco.
Em abril de 2017, o governo japonês tornou-se a força motriz por trás das criptomoedas ao reconhecer oficialmente o valor do Bitcoin e aprovar seu uso legal. Nesse mesmo ano, as autoridades nacionais aprovaram mais de 10 plataformas de criptomoedas para uso público. No entanto, em 2021, executivos do país questionaram o uso de criptomoedas e tentaram regulamentá-las.
A Coinbase pode ser o passo de redenção que o governo japonês deseja dar em relação às criptomoedas. Essa nova sociedade poderá defise o país concorda com o mercado descentralizado ou se continuará a regulamentá-lo.
A empresa americana de criptomoedas poderia aumentar a venda de tokens e impulsionar a adoção por novos negócios. O crescimento das transações com criptomoedas no Japão aumentou em 2021, trazendo muitos benefícios para seu modelo econômico. No entanto, diversos especialistas do setor financeiro acreditam que as plataformas de criptomoedas devem ser monitoradas para evitar roubo, lavagem de dinheiro ou ataques de hackers.

