- Benoît Cœuré diz que moedas fiduciárias ainda são importantes
- A Fiat continua sendotronmeio sólido de poupança
- A Fiat ainda é muito procurada na Europa
Benoît Cœuré, economista francês e presidente do Banco de Compensações Internacionais (BIS), afirmou que a adoção de uma Moeda Digital do Banco Central (CBDC) não significa o fim das moedas fiduciárias.
O chefe do BIS reiterou a importância das moedas fiduciárias, afirmando que manter diversas opções de pagamento é o caminho a seguir, em vez de monopolizar as CBDCs.
Os comentários de Cœuré surgem na sequência de tentativas de vários países de lançar suas próprias CBDCs. No entanto, Cœuré, que também foi membro do conselho executivo do Banco Central Europeu, afirmou que , em meio à iminente ascensão das CBDCs, o dinheiro fiduciário manterá sua importância.
O chefe do BIS explicou que a procura por moeda fiduciária na zona euro continuatron. Concordou que o papel cash físico como meio de pagamento está a diminuir, mas que continua a ser um meiotronde poupança.
Ele afirmou que os consumidores não podem ser obrigados a usar um meio de pagamento específico e que ter opções ajuda a fomentar a inovação. Cœuré revelou que o objetivo deve ser oferecer alternativas, permitindo que os clientes escolham pagar com moeda fiduciária ou por outros métodos.
Aquisição das CBDCs: boa ou má ideia?
O chefe do BIS, ao falar sobre a adoção de CBDCs, descreveu a inovação como parte natural do crescimento. Cœuré discutiu como a China continua liderando a corrida das CBDCs e sua abordagem para concluir o processo imediatamente, comparando-a com a forma como os EUA estão lidando com a inovação em CBDCs no país.
Ele reconheceu que a adoção de uma CBDC poderia significar o fim das moedas fiduciárias, o que poderia ser positivo ou negativo. Disse que tudo depende da perspectiva de cada um. Acrescentou que o lançamento de uma CBDC nos EUA, em uma economia impulsionada pela digitalização, envolveria o uso do Federal Reserve em vez de bancos comerciais, dependendo do caminho que os EUA escolherem.
Ele afirmou que as CBDCs são simplesmente o equivalente digital de moedas e notas, a moeda mais segura emitida por uma instituição pública.

