Resumo resumido
• A polícia brasileira concluiu uma das maiores apreensões de criptomoedas do país.
• Uma empresa de criptomoedas organizou um esquema Ponzi impressionante, roubando cerca de US$ 28 milhões.
Recentemente, a polícia brasileira concluiu uma das maiores apreensões de criptomoedas da região . Cerca de US$ 28,8 milhões em criptomoedas foram confiscados de um esquema Ponzi ilegal.
A operação “Kryptos” terminou com a prisão de cinco pessoas e a apreensão de uma quantia considerável de dinheiro. A polícia investigava a empresa que organizava o esquema Ponzi há vários meses.
Empresa brasileira organizou esquema Ponzi

Em 25 de agosto de 2021, a agência federal brasileira para a América Latina prendeu diversas pessoas ligadas a investimentos fraudulentos. Aparentemente, uma empresa brasileira havia organizado o esquema Ponzi mais ousado já visto no país.
A operação denominada Krypto terminou com a prisão de Glaidson Acácio, um conhecido empresário de Cabo Frio. A operação também resultou em uma das maiores apreensões de criptomoedas do país.
Junto com Acácio, outros quatro associados foram presos na mesma cidade brasileira e no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Segundo as investigações, os criminosos ofereciam um esquema de investimento lucrativo que renderia aos usuários 15% de lucros a curto prazo.
A polícia registrou e confiscou diversos bens, incluindo 20 carros de luxo, joias, relógios de luxo e US$ 3,6 milhões.
Brasil ativa operações contra crimes cibernéticos
Após a conclusão das apreensões de criptomoedas no Brasil, os advogados de Acácio afirmaram que ainda não há provas concretas. Acácio não prestará depoimento até que as investigações sejam concluídas.
O governo brasileiro não quer interromper esses planos de apreensão de criptomoedas contra empresas que utilizam sistemas fraudulentos. Meses atrás, a autoridade federal ativou a “operação de conformidade” para confiscar o dinheiro de todas as empresas fraudulentas de criptomoedas.
Em julho, a polícia brasileira ativou outras medidas relacionadas ao mercado de criptomoedas e a golpes. Nesse mesmo mês, foi possível apreender US$ 33 milhões ligados à lavagem de dinheiro com criptomoedas. Da mesma forma, a polícia fechou diversas empresas de criptomoedas que não cumpriam as leis de KYC (Conheça Seu Cliente).
A Polícia Federal prendeu o famoso “Rei do Bitcoin ”, Cláudio Oliveira, que organizou um dos esquemas de hacking de criptomoedas mais complexos. Oliveira desviou cerca de US$ 300 milhões em criptomoedas com investimentos passivos nos quais seus seguidores participaram. Golpes estão presentes e parecem que sempre estarão, não só no Brasil, mas em diversas partes do mundo.

