A combinação de blockchain e conformidade com a Sharia é a nova força motriz que está impulsionando o crescimento da tracblockchain no mundo muçulmano, e os Emirados Árabes Unidos estão no centro desse movimento.
Graças aos esforços de entusiastas de criptomoedas em todo o mundo, um Certificado de Conformidade com a Sharia foi emitido para a empresa de blockchain X8 AG. Isso marcou a entrada formal do Oriente Médio no universo das criptomoedas.
O Al Hilal Bank, um banco sediado em Abu Dhabi, revelou recentemente que concluiu com sucesso a transação de títulos "compatíveis com a Sharia" utilizando a tecnologia blockchain. Esses títulos permitem que os investidores obtenham lucros sem infringir a Sharia ou a lei islâmica.
Fontes afirmaram que, ao utilizar a tecnologia de registro distribuído (DLT), o banco pretende "vender e liquidar no mercado secundário". Além disso, as fontes declararam que o banco está empenhado em revolucionar os sistemas bancários do Oriente Médio utilizando a tecnologia blockchain, mantendo-se dentro dos limites estabelecidos pela lei islâmica. As fontes afirmaram que o negócio girou em torno de 1 milhão de dólares e que o cliente era um investidor privado.
A Stellar é a sétima maior rede de criptomoedas e recentemente obteve aprovação do Conselho de Revisão da Sharia. A empresa se tornou o primeiro protocolo DLT a obter a certificação da Sharia. O conselho forneceu à Stellar diretrizes que a empresa deve seguir para trabalhar com instituições financeiras islâmicas. O conselho também publicou um documento de dezesseis páginas que descreve os benefícios e aplicações dessas criptomoedas.
Além disso, críticos afirmam que a volatilidade de preços dessas criptomoedas as torna semelhantes à usura, que é haram (proibida) segundo a Sharia. Por outro lado, outro grupo de especialistas argumenta que esses tokens são aceitos como moeda em certas regiões do mundo e como método de pagamento em diversos outros países.
Transação em conformidade com a sharia concluída nos Emirados Árabes Unidos