A Austrália anunciou que criará uma nova estrutura para orientar e regulamentar as atividades com criptomoedas. Segundo o relatório, o país pretende criar um sistema financeiro moderno que entrará em vigor em 2023. No entanto, o relatório menciona que executivos do país estão decepcionados com a estrutura regulatória atual para criptomoedas. A maioria deles afirmou que a estrutura atual precisa ser mais flexível para se adaptar às mudanças no mercado de criptomoedas.
O país planeja consultar a população antes de tomar decisões
Segundo o relatório, a estrutura anterior não incluía serviços como produtos digitais, que tiveram um crescimento significativo ao longo do ano. A Austrália lançará um novo documento de consulta no início do ano para receber contribuições do público em geral. O relatório mencionou que osdentdeveriam indicar o tipo de ativos que prefeririam ver sob a nova regulamentação.
Esta consulta dará início ao novo quadro regulatório que o país tem em mente. Esta nova atualização é uma das ideias cruciais do novo governo, que pretende deixar sua marca em pouco menos de oito meses no poder. O relatório apontou que o governo anterior foi lento na regulamentação de alguns mercados, enquanto deixou outras questões por fazer.
A Austrália avança na regulamentação das criptomoedas
O governo liderado por Albanese tem se mostrado ativo desde que assumiu o poder no país em maio. O Tesouro australiano mencionou que a nova estrutura fornecerá um guia detalhado e informativo para usuários em todo o país. Além das criptomoedas, o governo planeja modernizar os sistemas de pagamento em todo o país, fortalecendo seu mercado financeiro. A Austrália tem sido o país mais ativo no setor de criptomoedas em termos de regulamentação.
Há alguns meses, o departamento de polícia do governo criou uma unidade para tracproblemas decorrentes do uso de ativos digitais. O principal órgão regulador, a ASIC, também reforçou seu quadro de funcionários para ter uma supervisão mais eficaz das atividades nos estados. No entanto, um executivo da agência afirmou que o órgão não será um defensor dos ativos digitais.

